Espaço criado com o objetivo de compartilharmos saberes e informações relacionadas à Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia, Neurociência e demais áreas afins da Educação onde se leva em conta o funcionamento do cérebro. "Ensinar sem levar em conta o funcionamento do cérebro, seria como tentar desenhar uma luva sem considerar a existência da mão"
sexta-feira, 3 de janeiro de 2020
NEUROCIÊNCIA E EDUCAÇÃO ESCOLAR
Conhecer a estrutura e funcionamento do Sistema Nervoso Central (SNC), imprimiu uma nova visão, bem como a compreensão dos processos de aprendizagem.Desse modo, a Neurociência, vem tornando cada vez mais eficiente, o resultado na arte de ensinar e aprender.
sexta-feira, 30 de março de 2018
FALANDO UM POUQUINHO SOBRE NEUROPLASTICIDADE
Todas as atividades que realizamos no dia a dia, começam no cérebro, e ao contrário do que muitos pensam, o cérebro é plástico está em constantes mudança. É o que chamamos de Plasticidade - capacidade das sinapses dos neurônios ou de regiões do cérebro de alterar suas propriedades através da estimulação. Ou seja, nosso cérebro é flexível e mutável!
A Neuroplasticidade tornou-se um "boom" nos círculos científicos bem como fora deles, prometendo que podemos melhorar nosso cérebro, desde a saúde e bem- estar mental até a qualidade de vida.
Vou explicar de uma maneira bem prática- quando fazemos algo novo, pela primeira vez, nosso cérebro começa a criar caminhos neurais para essa atividade e depois de alguns dias repetindo a mesma coisa, esse caminho fica mais forte, funcionando automaticamente e transformando nossas atividades em hábitos inconscientes, Da mesma forma, quando deixamos de fazer algo habitual ou mudamos de hábito, tiramos a força desses caminhos neurais, até que eles desapareçam e nos livremos dos maus hábitos.
vamos lá...
imagine que um caminho neural é um determinado caminho entre onde você está e 50 metros a sua frente. Entre você e seu alvo, existe um gramado. Quando você usa a mesma trilha várias vezes, o que acontece? A grama do local onde você pisa, morre, deixando à mostra a terra que existia ali, formando um caminho.
Quando você deixa de caminhar por essa trilha, o que acontece? A grama volta a crescer, desfazendo a trilha. Assim, funciona um caminho neural no nosso cérebro.
Isso quer dizer que, fazendo ou não algum esforço, nosso cérebro está todos os dias mudando, se adaptando e se moldando. E mostra também porque é tão difícil mudar um hábito: nós condicionamos nosso cérebro, e depois viramos escravos desse caminho. Já que é muito mais fácil andar por um caminho que já está forte, do que percorrer um novo caminho, igual a trilha no gramado... se tem uma trilha já feita, por onde você caminha? Pela trilha ou por um caminho diferente?
O que você pensa, sente e deseja e como você reage se comporta fisicamente, são fatores que moldam seu cérebro. A medida que sua mente muda, seu cérebro mudará também.
é assim, do mesmo modo, que ocorrem alterações no seu cérebro, sua mente muda.
A Neuroplasticidade tornou-se um "boom" nos círculos científicos bem como fora deles, prometendo que podemos melhorar nosso cérebro, desde a saúde e bem- estar mental até a qualidade de vida.
Vou explicar de uma maneira bem prática- quando fazemos algo novo, pela primeira vez, nosso cérebro começa a criar caminhos neurais para essa atividade e depois de alguns dias repetindo a mesma coisa, esse caminho fica mais forte, funcionando automaticamente e transformando nossas atividades em hábitos inconscientes, Da mesma forma, quando deixamos de fazer algo habitual ou mudamos de hábito, tiramos a força desses caminhos neurais, até que eles desapareçam e nos livremos dos maus hábitos.
vamos lá...
imagine que um caminho neural é um determinado caminho entre onde você está e 50 metros a sua frente. Entre você e seu alvo, existe um gramado. Quando você usa a mesma trilha várias vezes, o que acontece? A grama do local onde você pisa, morre, deixando à mostra a terra que existia ali, formando um caminho.
Quando você deixa de caminhar por essa trilha, o que acontece? A grama volta a crescer, desfazendo a trilha. Assim, funciona um caminho neural no nosso cérebro.
Isso quer dizer que, fazendo ou não algum esforço, nosso cérebro está todos os dias mudando, se adaptando e se moldando. E mostra também porque é tão difícil mudar um hábito: nós condicionamos nosso cérebro, e depois viramos escravos desse caminho. Já que é muito mais fácil andar por um caminho que já está forte, do que percorrer um novo caminho, igual a trilha no gramado... se tem uma trilha já feita, por onde você caminha? Pela trilha ou por um caminho diferente?
O que você pensa, sente e deseja e como você reage se comporta fisicamente, são fatores que moldam seu cérebro. A medida que sua mente muda, seu cérebro mudará também.
é assim, do mesmo modo, que ocorrem alterações no seu cérebro, sua mente muda.
Um pouco sobre a
Psicopedagogia Clínica
❣️
Psicopedagogia Clínica
O psicopedagogo clínico é um profissional licenciado preparado para atender crianças, adolescentes e adultos, inclusive idosos, com dificuldades no processo de aprendizagem. O trabalho pode ter caráter preventivo ou interventivo (avaliação, diagnóstico e intervenção). Durante o processo de diagnóstico procura-se compreender as mensagens, muitas vezes implícitas, sobre os motivos que levam os pacientes a obterem resultados insuficientes ao esforço aplicado em sua busca pela aprendizagem.
O profissional irá se empenhar para identificar as causas dos problemas de aprendizagem usando instrumentos próprios da Psicopedagogia, provas operatórias (Piaget), provas projetivas (desenhos), EOCA (Entrevista Centrada na Aprendizagem), anamnese (coleta de dados significativos sobre a história de vida do paciente), sessões lúdicas, sempre com olhar e escuta atentos a tudo.
Na clínica, vamos acolher em primeiro lugar a família com suas angústias, queixas, dúvidas e inseguranças.
Será diagnosticado pelo psicopedagogo somente problemas de aprendizagem. Nesse caso, o profissional atua em uma linha terapêutica, desenvolvendo técnicas remediativas (através de sessões lúdicas), orienta pais e professores de forma que seu trabalho seja integrado e não individual. Em alguns casos poderá identificar a necessidade de encaminhamentos para avaliação por uma equipe multidisciplinar: Pediatra, Psicólogo, Fonoaudiólogo, Neuropediatra, Oftalmologista, Psicomotricista.
O tratamento poderá ser feito com o próprio psicopedagogo que fez o diagnóstico, através de atividades diferenciadas, com o objetivo de identificar a melhor forma de aprender e o que pode estar causando o bloqueio. Se utilizará recursos como jogos, desenhos, brinquedos, brincadeiras, conto de histórias, multimídia. Ressalta-se que muitas vezes a criança não consegue falar sobre seus problemas e é por meio desses recursos que ela poderá revelar a causa de sua dificuldade. Assim, a criança adquire maturidade, aprende a ter limites, a ganhar e perder, desenvolve o raciocínio e aprende a se concentrar.
Recebendo apoio e intervenção adequada, o paciente vai melhorando gradativamente na vida escolar e social, progredindo em carreiras bem-sucedidas ao longo da vida. Através do estudo e identificação da origem da dificuldade em aprender, se desenvolve atividades que estimulem as funções cognitivas que estão desativadas no paciente e a questão afetiva e social.
A função do psicopedagogo é auxiliar o indivíduo com dificuldade em aprender, a se encontrar nesse processo, ajudá-lo a desenvolver habilidades, sempre com o apoio da rede de sustentação familiar.
O profissional irá se empenhar para identificar as causas dos problemas de aprendizagem usando instrumentos próprios da Psicopedagogia, provas operatórias (Piaget), provas projetivas (desenhos), EOCA (Entrevista Centrada na Aprendizagem), anamnese (coleta de dados significativos sobre a história de vida do paciente), sessões lúdicas, sempre com olhar e escuta atentos a tudo.
Na clínica, vamos acolher em primeiro lugar a família com suas angústias, queixas, dúvidas e inseguranças.
Será diagnosticado pelo psicopedagogo somente problemas de aprendizagem. Nesse caso, o profissional atua em uma linha terapêutica, desenvolvendo técnicas remediativas (através de sessões lúdicas), orienta pais e professores de forma que seu trabalho seja integrado e não individual. Em alguns casos poderá identificar a necessidade de encaminhamentos para avaliação por uma equipe multidisciplinar: Pediatra, Psicólogo, Fonoaudiólogo, Neuropediatra, Oftalmologista, Psicomotricista.
O tratamento poderá ser feito com o próprio psicopedagogo que fez o diagnóstico, através de atividades diferenciadas, com o objetivo de identificar a melhor forma de aprender e o que pode estar causando o bloqueio. Se utilizará recursos como jogos, desenhos, brinquedos, brincadeiras, conto de histórias, multimídia. Ressalta-se que muitas vezes a criança não consegue falar sobre seus problemas e é por meio desses recursos que ela poderá revelar a causa de sua dificuldade. Assim, a criança adquire maturidade, aprende a ter limites, a ganhar e perder, desenvolve o raciocínio e aprende a se concentrar.
Recebendo apoio e intervenção adequada, o paciente vai melhorando gradativamente na vida escolar e social, progredindo em carreiras bem-sucedidas ao longo da vida. Através do estudo e identificação da origem da dificuldade em aprender, se desenvolve atividades que estimulem as funções cognitivas que estão desativadas no paciente e a questão afetiva e social.
A função do psicopedagogo é auxiliar o indivíduo com dificuldade em aprender, a se encontrar nesse processo, ajudá-lo a desenvolver habilidades, sempre com o apoio da rede de sustentação familiar.
Na apresentação de um dos sintomas citados abaixo, é indicada a busca de um profissional para diagnóstico. É importante destacar que a autoestima da criança que não consegue aprender vai diminuindo, podendo tornar-se agressiva, introspectiva ou apresentar outros sintomas como pedido de socorro, um alerta para que alguém tome alguma providência e descubra o que está acontecendo com ela.
Quando procurar um psicopedagogo?
problemas de articulação da fala;
aquisição lenta de vocabulário;
falta de interesse em ouvir histórias;
dificuldade de seguir rotinas;
hiperatividade;
atraso no desenvolvimento global;
dificuldade de adaptação;
inversão de letras, sílabas ou palavras;
adição ou emissão de sons;
leitura e escrita lenta para a idade;
letra ilegível;
desorganização geral na folha por
não possuir orientação espacial;
falta de concentração, atenção e memória, notas baixas;
atraso na entrega de trabalhos escolares;
repetência;
desmotivação e falta de interesse nos estudos;
dificuldade de raciocínio lógico e de aprendizagem em
relação aos métodos pedagógicos e no relacionamento familiar.
...
Estou à disposição para maiores informações!
Estou à disposição para maiores informações!
Vamos falar um pouquinho sobre a atuação profissional do Psicopedagogo. Não somos professores de "reforço escolar", como a maioria das pessoas pensam que somos...Nada impedirá que possamos atuar tal, porém nosso objetivo maior é levar o ser humano, aprender a aprender, aproveitando todas as suas capacidades. O QUE IREI APRESENTAR EM OUTRO POST...
Hoje vou falar sobre a atuação profissional do Psicopedagogo Institucional Empresarial.
Ressalto que, dentro da Psicopedagogia há três áreas distintas: Psicopedagogia Clínica;
Psicopedagogia Institucional -Empresarial ; Psicopedagogia Hospitalar
Hoje vou falar sobre a atuação profissional do Psicopedagogo Institucional Empresarial.
Ressalto que, dentro da Psicopedagogia há três áreas distintas: Psicopedagogia Clínica;
Psicopedagogia Institucional -Empresarial ; Psicopedagogia Hospitalar
Vamos lá!
Psicopedagogia Institucional Empresarial
Nos últimos anos as organizações atribuíram maior valor ao desenvolvimento de competências humanas e se conscientizaram da importância da qualificação profissional. O mundo das empresas evidencia a competitividade nas organizações, e entre elas. Faz se necessário, então desenvolver capacidades para integrar rapidamente conhecimentos e buscar soluções para que as equipes possam aprender de maneira mais eficiente e produtiva.
As instituições descobriram, a relevância da atuação de um profissional que esteja preparado para lidar com a qualidade de vida do trabalhador e a importância do desenvolvimento das condições de produção.
Assim, dentro da instituição o Psicopedagogo trabalha aproveitando o conhecimento de cada colaborador, somando e criando um ambiente de sinergia entre gestores e colaboradores que garanta o sucesso da empresa. Ele acompanhará o aprender a aprender, facilitando a construção e o compartilhamento de conhecimentos, e incentivando novas formas de relacionamento.
O Psicopedagogo na empresa atua como um profissional que age na superação das dificuldades de relacionamento em grupo, cabendo também a ele levar a empresa a diminuir a fragmentação entre setores e a trabalhar de forma interdisciplinar, organizando palestras, workshops, vídeos, debates, dinâmicas simulações de trabalhos e momentos de reflexão.
O Psicopedagogo Institucional Empresarial atua identificando áreas de conflitos, competências, limitações e inter relacionamento social dos funcionários.
Gostou?
Estou à disposição para maiores informações!
As instituições descobriram, a relevância da atuação de um profissional que esteja preparado para lidar com a qualidade de vida do trabalhador e a importância do desenvolvimento das condições de produção.
Assim, dentro da instituição o Psicopedagogo trabalha aproveitando o conhecimento de cada colaborador, somando e criando um ambiente de sinergia entre gestores e colaboradores que garanta o sucesso da empresa. Ele acompanhará o aprender a aprender, facilitando a construção e o compartilhamento de conhecimentos, e incentivando novas formas de relacionamento.
O Psicopedagogo na empresa atua como um profissional que age na superação das dificuldades de relacionamento em grupo, cabendo também a ele levar a empresa a diminuir a fragmentação entre setores e a trabalhar de forma interdisciplinar, organizando palestras, workshops, vídeos, debates, dinâmicas simulações de trabalhos e momentos de reflexão.
O Psicopedagogo Institucional Empresarial atua identificando áreas de conflitos, competências, limitações e inter relacionamento social dos funcionários.
Gostou?
Estou à disposição para maiores informações!
A Psicopedagogia Hospitalar
A Psicopedagogia hospitalar contribui para a melhoria da qualidade de saúde e auto-estima dos pacientes internados, proporcionando uma intervenção com ludicidade, humanização e aprendizagem. Aqui o psicopedagogo atuará de forma coesa, afetiva e humanizadora conectando-se com toda equipe multidisciplinar, criando um elo entre as especialidades, integrando novas ideias e ressignificando.
Devido a sua formação interdisciplinar o Psicopedagogo Hospitalar é um dos profissionais mais aptos a esta modalidade, para realizar diversas atividades, levantar a auto-estima e direcionar caminhos para que o paciente aprenda a conviver com as diversas dificuldades que irá ter que passar, por conseqüência de sua doença.
Em nossa escuta profissional, devemos agir por uma atividade que possa transpor o sofrimento de angústia e de solidão.
É importante que o psicopedagogo tenha clareza de sua função no hospital, evitando assim, interferência no trabalho dos profissionais da saúde; deverá utilizar sua competência e suas habilidades para trabalhar em conjunto com profissionais de outras áreas.
A Psicopedagogia Hospitalar é um campo de atuação que, aos poucos, vem conquistando seu espaço. Para o reconhecimento, o profissional deverá ser competente, ter engajamento e estar sempre se atualizando com os cursos que necessita para ser capaz de exercer bem a sua função, contribuindo de forma eficaz para que o paciente sofra o mínimo possível.
Com ética, profissionalismo, sensibilidade e amor ao que se faz é possível realizar um bom trabalho psicopedagogico hospitalar.
Devido a sua formação interdisciplinar o Psicopedagogo Hospitalar é um dos profissionais mais aptos a esta modalidade, para realizar diversas atividades, levantar a auto-estima e direcionar caminhos para que o paciente aprenda a conviver com as diversas dificuldades que irá ter que passar, por conseqüência de sua doença.
Em nossa escuta profissional, devemos agir por uma atividade que possa transpor o sofrimento de angústia e de solidão.
É importante que o psicopedagogo tenha clareza de sua função no hospital, evitando assim, interferência no trabalho dos profissionais da saúde; deverá utilizar sua competência e suas habilidades para trabalhar em conjunto com profissionais de outras áreas.
A Psicopedagogia Hospitalar é um campo de atuação que, aos poucos, vem conquistando seu espaço. Para o reconhecimento, o profissional deverá ser competente, ter engajamento e estar sempre se atualizando com os cursos que necessita para ser capaz de exercer bem a sua função, contribuindo de forma eficaz para que o paciente sofra o mínimo possível.
Com ética, profissionalismo, sensibilidade e amor ao que se faz é possível realizar um bom trabalho psicopedagogico hospitalar.
sábado, 29 de março de 2014
sábado, 3 de agosto de 2013
10 coisas que você não deve fazer em sua tese ou dissertação
Escrever um trabalho acadêmico de conclusão de curso é ao mesmo tempo uma tarefa incrível e árdua. Antes dos confetes e da bandeirada na linha de chegada haverá momentos de euforia, reflexão, desânimo e desespero, não necessariamente nesta ordem. Por isso, fizemos uma lista com algumas dicas para quem está percorrendo este caminho:
1. NÃO PROCRASTINE
Parece mágica: é só sentar em frente ao computador para escrever nosso trabalho que qualquer coisa na internet ou na televisão se torna mais atraente e interessante. De vídeos de humor no YouTube a chamadas sobre a Nana Gouveia no site da Globo. E é aí que mora o perigo: o tempo passa, o prazo final se aproxima, e aquilo que poderia ter sido escrito com calma e muito cuidado, acaba por ser escrito às pressas. A dica aqui é uma só: disciplina. Organize seu tempo, estabeleça metas diárias, semanais e mensais, e se policie. Está com bloqueio criativo? Fica encarando o cursor piscando na tela em branco? Pare de pensar que seu trabalho necessita ser escrito de forma linear, ou seja, do começo ao fim. Comece escrevendo qualquer parágrafo, trecho ou parte que lhe vier à cabeça naquele momento. Você irá perceber que após começar, uma ideia vai puxando outra, e o texto irá fluir naturalmente.
Parece mágica: é só sentar em frente ao computador para escrever nosso trabalho que qualquer coisa na internet ou na televisão se torna mais atraente e interessante. De vídeos de humor no YouTube a chamadas sobre a Nana Gouveia no site da Globo. E é aí que mora o perigo: o tempo passa, o prazo final se aproxima, e aquilo que poderia ter sido escrito com calma e muito cuidado, acaba por ser escrito às pressas. A dica aqui é uma só: disciplina. Organize seu tempo, estabeleça metas diárias, semanais e mensais, e se policie. Está com bloqueio criativo? Fica encarando o cursor piscando na tela em branco? Pare de pensar que seu trabalho necessita ser escrito de forma linear, ou seja, do começo ao fim. Comece escrevendo qualquer parágrafo, trecho ou parte que lhe vier à cabeça naquele momento. Você irá perceber que após começar, uma ideia vai puxando outra, e o texto irá fluir naturalmente.
2. NÃO SEJA PERDIDO
Uma frase repetida à exaustão em palestras motivacionais para empresários é “para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar servirá“. Pois esta ideia se aplica à elaboração do seu trabalho acadêmico também. Depois de todo o trabalho de coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e seus objetivos em mente, escreva suas conclusões. As conclusões não devem ser a última parte a ser escrita. Devem ser a primeira. Assim, é possível planejar todo o texto para que ele conduza e prepare o leitor para as conclusões. A definição das conclusões do trabalho também poderá auxiliá-lo na redação de todo o texto, principalmente, na discussão dos resultados.
Uma frase repetida à exaustão em palestras motivacionais para empresários é “para quem não sabe aonde quer chegar, qualquer lugar servirá“. Pois esta ideia se aplica à elaboração do seu trabalho acadêmico também. Depois de todo o trabalho de coleta e análise dos dados, e com suas hipóteses e seus objetivos em mente, escreva suas conclusões. As conclusões não devem ser a última parte a ser escrita. Devem ser a primeira. Assim, é possível planejar todo o texto para que ele conduza e prepare o leitor para as conclusões. A definição das conclusões do trabalho também poderá auxiliá-lo na redação de todo o texto, principalmente, na discussão dos resultados.
3. NÃO ECONOMIZE NA LEITURA DE ARTIGOS
Em primeiro lugar, ler mais irá lhe auxiliar a escrever melhor. Você deve ouvir isso desde o ensino fundamental. Acredite, é verdade. Além disso, ler vários artigos relacionados ao seu tema irá lhe proporcionar maior segurança na discussão de seus resultados e outras formas de observar seu problema de pesquisa. Dominar o assunto sobre você está escrevendo e fundamental, por isso, não tenha preguiça de ler muitos artigos.
Em primeiro lugar, ler mais irá lhe auxiliar a escrever melhor. Você deve ouvir isso desde o ensino fundamental. Acredite, é verdade. Além disso, ler vários artigos relacionados ao seu tema irá lhe proporcionar maior segurança na discussão de seus resultados e outras formas de observar seu problema de pesquisa. Dominar o assunto sobre você está escrevendo e fundamental, por isso, não tenha preguiça de ler muitos artigos.
4. NÃO SUBESTIME A ABNT
Não existe nada mais chato que formatar um texto segundo as normas da ABNT. Evite deixar para fazer isso apenas após o término do trabalho, quando provavelmente estará cansado e sem muita paciência. Aprenda as normas previamente e já escreva seu texto segundo elas, principalmente se você não utiliza um gerenciador de citações bibliográficas, como o EndNote, o Mendely ou o Zotero. Descobrir os autores das citações que você não colocou a referência enquanto escrevia pode levar um bom tempo, o que torna a tarefa antiprodutiva.
Não existe nada mais chato que formatar um texto segundo as normas da ABNT. Evite deixar para fazer isso apenas após o término do trabalho, quando provavelmente estará cansado e sem muita paciência. Aprenda as normas previamente e já escreva seu texto segundo elas, principalmente se você não utiliza um gerenciador de citações bibliográficas, como o EndNote, o Mendely ou o Zotero. Descobrir os autores das citações que você não colocou a referência enquanto escrevia pode levar um bom tempo, o que torna a tarefa antiprodutiva.
5. NÃO ESPECULE
Evite generalidades, mas abuse dos dados. Generalidades são boas para conversa de mesa de bar. Cada afirmação do seu texto deve ser capaz de ser respaldada por dados, informações e interpretações encontradas em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa. Não importa o que – ou quem – você usa para embasar suas afirmações, nem que você referencie explicitamente cada afirmação, mas todas as afirmações precisam ser suportadas de alguma forma.
Evite generalidades, mas abuse dos dados. Generalidades são boas para conversa de mesa de bar. Cada afirmação do seu texto deve ser capaz de ser respaldada por dados, informações e interpretações encontradas em artigos e textos de outros autores ou na sua própria pesquisa. Não importa o que – ou quem – você usa para embasar suas afirmações, nem que você referencie explicitamente cada afirmação, mas todas as afirmações precisam ser suportadas de alguma forma.
6. NÃO COLOQUE EM SEU TEXTO ALGO QUE NÃO SAIBA EXPLICAR
Se você que estudou aquele tema durante meses, “viveu” seu trabalho, e escreveu o texto, não compreende completamente o que algo significa, imagine quem está lendo seu trabalho. Existe, portanto, uma enorme possibilidade da banca perguntar sobre isso. Se for algo imprescindível ao trabalho, trate de estudar e dominar aquele assunto. Caso contrário, não se complique à toa.
Se você que estudou aquele tema durante meses, “viveu” seu trabalho, e escreveu o texto, não compreende completamente o que algo significa, imagine quem está lendo seu trabalho. Existe, portanto, uma enorme possibilidade da banca perguntar sobre isso. Se for algo imprescindível ao trabalho, trate de estudar e dominar aquele assunto. Caso contrário, não se complique à toa.
7. NÃO FAÇA UMA “COLCHA DE RETALHOS”
Escrever um trabalho acadêmico é mais do que apenas fornecer informações ou opiniões de outros autores. Faça uma discussão sobre estas informações, relacione-as com os seus resultados, com os resultados de outros autores. Demonstre que você domina o assunto e que consegue tornar o texto mais agradável, desenvolvendo um estilo próprio.
Escrever um trabalho acadêmico é mais do que apenas fornecer informações ou opiniões de outros autores. Faça uma discussão sobre estas informações, relacione-as com os seus resultados, com os resultados de outros autores. Demonstre que você domina o assunto e que consegue tornar o texto mais agradável, desenvolvendo um estilo próprio.
8. NÃO FIQUE COM APENAS DUAS OPINIÕES
Terminou de escrever seu trabalho? Depois de duas ou três leituras você e seu orientador provavelmente não conseguirão encontrar mais nenhum erro. Parece que nós nos “acostumamos” com eles. Por isso, peça para seus colegas de curso, seu vizinho, seu namorado, sua tia lerem seu trabalho também. Cada pessoa que ler seu trabalho terá uma visão diferente sobre ele, baseada em sua história de vida e em seus conhecimentos. Tenho certeza que você irá se surpreender com o resultado desta dica.
Terminou de escrever seu trabalho? Depois de duas ou três leituras você e seu orientador provavelmente não conseguirão encontrar mais nenhum erro. Parece que nós nos “acostumamos” com eles. Por isso, peça para seus colegas de curso, seu vizinho, seu namorado, sua tia lerem seu trabalho também. Cada pessoa que ler seu trabalho terá uma visão diferente sobre ele, baseada em sua história de vida e em seus conhecimentos. Tenho certeza que você irá se surpreender com o resultado desta dica.
9. NÃO CONFIE EM SEU COMPUTADOR
Tenha cópias do seu trabalho impressas, em seu email, em HD externo e nas “nuvens” (Google Drive, Dropbox, etc). A lei de Murphy é implacável com a pós-graduação, portanto é melhor não arriscar. Também não confie em sua impressora na véspera da entrega do trabalho. Se possível, termine e imprima seu trabalho com um dia de antecedência para evitar surpresas desagradáveis.
Tenha cópias do seu trabalho impressas, em seu email, em HD externo e nas “nuvens” (Google Drive, Dropbox, etc). A lei de Murphy é implacável com a pós-graduação, portanto é melhor não arriscar. Também não confie em sua impressora na véspera da entrega do trabalho. Se possível, termine e imprima seu trabalho com um dia de antecedência para evitar surpresas desagradáveis.
10. NÃO BRIGUE COM SEU ORIENTADOR
Seu orientador não responde seus e-mails, não atende suas chamadas, não lê seu texto e te bloqueou no Facebook. É complicado, eu sei. Mas conte até dez e evite discutir desnecessariamente com seu orientador, afinal, você depende dele. Na hora da defesa, ele pode comprar sua briga ou te jogar para os leões. Pense nisso.
Seu orientador não responde seus e-mails, não atende suas chamadas, não lê seu texto e te bloqueou no Facebook. É complicado, eu sei. Mas conte até dez e evite discutir desnecessariamente com seu orientador, afinal, você depende dele. Na hora da defesa, ele pode comprar sua briga ou te jogar para os leões. Pense nisso.
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Texto adaptado do original “10 coisas para não fazer na monografia”, de autoria de Ricardo Oliveira e disponível no DIVERSITÁ BLOG.
Depressão altera o Cérebro, mostra Estudo feito nos Estados Unidos
Usando imagens de ressonância magnética funcional, pesquisadores descobriram alterações no cérebro de crianças em idade pré-escolar com depressão que não foram observadas em crianças com o mesmo perfil, mas que não tinham o distúrbio.
O estudo examinou 23 crianças de quatro a seis anos que tinham recebido o diagnóstico de depressão e 31 crianças com o mesmo perfil, porém saudáveis.
As crianças realizaram exames de ressonância magnética cerebral enquanto visualizavam imagens de rostos alegres, tristes, amedrontados e inexpressivos. Os pesquisadores descobriram que a atividade da amígdala e do tálamo direitos era significativamente maior nas crianças com depressão, o que também tinha sido observado em adolescentes e adultos com depressão.
"Nós descobrimos algo no cérebro que é compatível com a ideia de modelos neurobiológicos da depressão - as partes do cérebro envolvidas e como elas interagem", afirmou Michael S. Gaffrey, principal autor do estudo e professor adjunto no departamento de psiquiatria da Universidade de Washington, em St. Louis.
"Podemos começar a utilizar essa informação, juntamente com outras, – sintomas, outros marcadores biológicos – para identificar e posteriormente prevenir e tratar esse distúrbio", finaliza.
Fonte: Primeira Edição
quinta-feira, 4 de julho de 2013
ANTROPOÉTICA - ARTE EDUCAÇÃO E MOVIMENTO: MÚSICA ATIVA REGIÃO DO CÉREBRO LIGADA AO RACIOCÍNI...
ANTROPOÉTICA - ARTE EDUCAÇÃO E MOVIMENTO: MÚSICA ATIVA REGIÃO DO CÉREBRO LIGADA AO RACIOCÍNI...: Imagem: Internet A música acompanha a humanidade desde seus primórdios como elemento que envolve e emociona as pessoas. Nos últi...
terça-feira, 28 de maio de 2013
A educação tem de ser um processo contínuo
O poder dos pequeninos
Nenhum psicólogo pode resolver problemas que apenas têm a ver com falta de regras e deficiente educação
Quem trabalha com crianças sabe imediatamente do que estou a falar porque diariamente assiste a situações destas. Em algumas famílias o poder está nas mãos das criancinhas e os pais parecem encolher os ombros numa atitude de completa impotência. Vemos que, desde tenra idade, os pequenos põem e dispõem a seu belo prazer. Não é incomum ouvir-se que os pais de que não podem dar a medicação prescrita pelo médico porque a criança não quer, ou porque faz uma birra que o impede.
As queixas dos pais são do mais variado que há. Existem aqueles que não conseguem que os filhos durmam no seu próprio quarto, os outros que se vêem obrigados a comer constantemente fastfood, etc, etc. Em desespero de causa recorrem aos psicólogos.
Move-os a esperança de que o técnico lhe dê uma poção mágica que resolva de imediato a situação ou que, em alternativa, lhes diga que o filho sofre de uma maleita qualquer que justifique o seu comportamento.
Hiperativos … ou mal educados ? …
O que mais está na moda é acharem que as crianças são todas hiperativas! Ao colocar-se esse rótulo, desculpabilizam-se os pais que podem então encolher ainda mais os ombros, ao mesmo tempo que lamentam a má sorte que os levou a gerarem um filho com um problema deste tipo.
O azar (ou sorte) é que o Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade não é tão comum como se pensa e o diagnóstico obedece a critérios muito precisos. Assim, o que acontece com frequência é que o comportamento das crianças não se deve a nenhuma patologia mental, mas sim à falta de regras que depois resvala em atitudes de má educação.
Obviamente que, se comportam pior quando estão na presença dos pais, o que conduz a situações muito incomodas. Gritam, esperneiam, dizem palavrões, mexem em tudo, dão pontapés nas portas...Os pais tentam em vão travá-los por todos os meios mas, claro está que é tarde, já que a educação de base é dada em casa.
Os pequenos teimam em não obedecer (até porque não estão habituados a isso) e seguem-se as tradicionais palmadas e os habituais choros e gritos estridentes. Muitos pais, ao serem confrontados referem que as suas atividades profissionais os impedem de estar com os filhos e que, por isso mesmo, não querem manchar o convívio com repreensões e castigos.
Chegam a colocar a responsabilidade nos avós porque são eles que estão mais tempo com os netos e que, por isso mesmo, lhes deveriam ditar regras de conduta. É, de facto, uma nova maneira de viver a parentalidade, já que parece haver uma tendência para a desresponsabilização.
O tradicional papel de pai como figura de autoridade que as crianças se habituavam a respeitar, deu lugar ao pai-amigo que evita desempenhar o papel de “mau da fita” e, por isso mesmo, coloca a responsabilidade da educação dos filhos ou na escola, ou nos avós. Quando nem um nem outro funciona, assume-se que a criança tem um problema do foro mental e então há que procurar o psicólogo.
Detectado o foco da questão, quando confrontados, os pais adotam um de dois tipos de atitude, ou se sentem altamente culpados e decidem esforçar-se por mudar, ou então negam a realidade, assumem que o psicólogo não está a ser eficiente e procuram outro técnico. Tudo isto é grave se pensarmos que são estas crianças que foram as novas gerações. Espera-nos então uma sociedade em que os adultos não têm regras e são incapazes de resistir a frustrações ?
Nenhum psicólogo pode resolver problemas que apenas têm a ver com falta de regras e deficiente educação
Quem trabalha com crianças sabe imediatamente do que estou a falar porque diariamente assiste a situações destas. Em algumas famílias o poder está nas mãos das criancinhas e os pais parecem encolher os ombros numa atitude de completa impotência. Vemos que, desde tenra idade, os pequenos põem e dispõem a seu belo prazer. Não é incomum ouvir-se que os pais de que não podem dar a medicação prescrita pelo médico porque a criança não quer, ou porque faz uma birra que o impede.
As queixas dos pais são do mais variado que há. Existem aqueles que não conseguem que os filhos durmam no seu próprio quarto, os outros que se vêem obrigados a comer constantemente fastfood, etc, etc. Em desespero de causa recorrem aos psicólogos.
Move-os a esperança de que o técnico lhe dê uma poção mágica que resolva de imediato a situação ou que, em alternativa, lhes diga que o filho sofre de uma maleita qualquer que justifique o seu comportamento.
Hiperativos … ou mal educados ? …
O que mais está na moda é acharem que as crianças são todas hiperativas! Ao colocar-se esse rótulo, desculpabilizam-se os pais que podem então encolher ainda mais os ombros, ao mesmo tempo que lamentam a má sorte que os levou a gerarem um filho com um problema deste tipo.
O azar (ou sorte) é que o Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade não é tão comum como se pensa e o diagnóstico obedece a critérios muito precisos. Assim, o que acontece com frequência é que o comportamento das crianças não se deve a nenhuma patologia mental, mas sim à falta de regras que depois resvala em atitudes de má educação.
Obviamente que, se comportam pior quando estão na presença dos pais, o que conduz a situações muito incomodas. Gritam, esperneiam, dizem palavrões, mexem em tudo, dão pontapés nas portas...Os pais tentam em vão travá-los por todos os meios mas, claro está que é tarde, já que a educação de base é dada em casa.
Os pequenos teimam em não obedecer (até porque não estão habituados a isso) e seguem-se as tradicionais palmadas e os habituais choros e gritos estridentes. Muitos pais, ao serem confrontados referem que as suas atividades profissionais os impedem de estar com os filhos e que, por isso mesmo, não querem manchar o convívio com repreensões e castigos.
Chegam a colocar a responsabilidade nos avós porque são eles que estão mais tempo com os netos e que, por isso mesmo, lhes deveriam ditar regras de conduta. É, de facto, uma nova maneira de viver a parentalidade, já que parece haver uma tendência para a desresponsabilização.
O tradicional papel de pai como figura de autoridade que as crianças se habituavam a respeitar, deu lugar ao pai-amigo que evita desempenhar o papel de “mau da fita” e, por isso mesmo, coloca a responsabilidade da educação dos filhos ou na escola, ou nos avós. Quando nem um nem outro funciona, assume-se que a criança tem um problema do foro mental e então há que procurar o psicólogo.
Detectado o foco da questão, quando confrontados, os pais adotam um de dois tipos de atitude, ou se sentem altamente culpados e decidem esforçar-se por mudar, ou então negam a realidade, assumem que o psicólogo não está a ser eficiente e procuram outro técnico. Tudo isto é grave se pensarmos que são estas crianças que foram as novas gerações. Espera-nos então uma sociedade em que os adultos não têm regras e são incapazes de resistir a frustrações ?
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Brincando e aprendendo
Atenção, concentração, percepção!!!
Esta atividade exercita a atenção, concentração, percepção visual.
Você vai precisar:
- Dois tabuleiros com cinco colunas e cinco linhas (veja imagem);
- formas geométricas.
Procedimento:
Espalhe algumas formas geométricas em um dos tabuleiros. Peça para a criança observar atentamente este tabuleiro. Após, cubra-o e diga para a criança posicionar corretamente as formas geométricas no outro tabuleiro, ou seja, de acordo com o que lembra.
Depois e só conferir os acertos.
Observação: Evite utilizar as cores verde com vermelho e verde com azul (como eu fiz) se você tiver alunos daltônicos
Fonte: www.psicosol.com
Esta atividade exercita a atenção, concentração, percepção visual.
Você vai precisar:
- Dois tabuleiros com cinco colunas e cinco linhas (veja imagem);
- formas geométricas.
Procedimento:
Espalhe algumas formas geométricas em um dos tabuleiros. Peça para a criança observar atentamente este tabuleiro. Após, cubra-o e diga para a criança posicionar corretamente as formas geométricas no outro tabuleiro, ou seja, de acordo com o que lembra.
Depois e só conferir os acertos.
Observação: Evite utilizar as cores verde com vermelho e verde com azul (como eu fiz) se você tiver alunos daltônicos
Fonte: www.psicosol.com
Brincadeiras
transforme uma caixa de papelão em uma cidade em torno do trilho do trem! Esta brincadeira é perfeita para uma tarde fria e chuvosa e incentiva a criatividade e o jogo imaginativo. Vamos brincar?
Separados de pompons coloridos:
Coordenação Motora
Alinhavo com Fitas, ou Atar Nós, ou fazer Laços em caixa de Pizza
Coordenação Motora Fina
Separados de pompons coloridos:
Para a coordenação motora:
Faça um arco-íris com bolinhas de algodão colorida ou (pom pons) ótima sequencia de cores e separação delas
Alinhavo com Fitas, ou Atar Nós, ou fazer Laços em caixa de Pizza
Coordenação Motora Fina
O ATO DE ESCREVER A MÃO É UM EXERCÍCIO PARA O CÉREBRO
A tecnologia está cada vez mais presente em nosso cotidiano. A maioria de nossos textos são produzidos via teclado, isso é bom ou é ruim? No Brasil já existem escolas que disponibilizam laptops aos alunos; mas, de acordo com a neurocientista Karin Harman...
Na metade do ano de 2011 alguns jornais anunciavam o fim da escrita cursiva na maioria das escolas dos EUA. Entretanto no início deste ano (2012) a neurocientista Karin James Harman(foto) apresentou um projeto no sentido de conscientização de qual o papel da escrita no processo de aprendizagem.
Apesar de grande debate, Harman testemunhou a favor da inclusão da escrita cursiva nos currículos de todas as escolas públicas. Para a realização da pesquisa, as crianças escreviam cartas à mão e depois submetiam-se a uma ressonância magnética. Nestas, a atividade neural no cérebro mostrava-se mais avançada do que aquelas que digitavam no teclado. “A caligrafia envolve circuitos cerebrais diferentes do que a digitação. O contato de direção, e a pressão da caneta ou lápis envia uma mensagem para o cérebro. E o processo repetitivo da caligrafia "integra vias motoras no cérebro", disse ela.
Também, em pesquisa feita com universitários, comprovou-se que aqueles que escreviam suas anotações a mão, lembravam-se com mais facilidade do conteúdo do que os que faziam o registro em materiais tecnológicos.
Segundo a neurocientista o ato de digitar não tem o mesmo efeito que o ato da escrita. Pois conforme suas pesquisas: - a caligrafia pode mudar a forma como as crianças aprendem e desenvolvem seus cérebros. Sendo que as crianças pesquisadas conseguiram elaborar frases mais completas e criativas utilizando-se da escrita, do que as que utilizaram o teclado.
No entanto, os cientistas ainda não determinaram os benefícios do ensino ou não da letra cursiva, pois o que ficou comprovado é a questão da escrita no papel ao invés da escrita digitalizada. A escrita é um fator importante na promoção do desenvolvimento do cérebro e cognição, em aperfeiçoar as habilidades motoras finas, e em gerar, desenvolver e expressar ideias mais rapidamente.
Para aqueles que acham que ter letra legível é apenas uma questão de treino de caligrafia, enganam-se. Pois se faz necessário todo um trabalho de psicomotricidade começando pela motricidade ampla (“do corpo para o braço”) até chegar à motricidade fina (“do braço para o movimento dos dedos”)
Seguem então, algumas sugestões...
Na metade do ano de 2011 alguns jornais anunciavam o fim da escrita cursiva na maioria das escolas dos EUA. Entretanto no início deste ano (2012) a neurocientista Karin James Harman(foto) apresentou um projeto no sentido de conscientização de qual o papel da escrita no processo de aprendizagem.
Apesar de grande debate, Harman testemunhou a favor da inclusão da escrita cursiva nos currículos de todas as escolas públicas. Para a realização da pesquisa, as crianças escreviam cartas à mão e depois submetiam-se a uma ressonância magnética. Nestas, a atividade neural no cérebro mostrava-se mais avançada do que aquelas que digitavam no teclado. “A caligrafia envolve circuitos cerebrais diferentes do que a digitação. O contato de direção, e a pressão da caneta ou lápis envia uma mensagem para o cérebro. E o processo repetitivo da caligrafia "integra vias motoras no cérebro", disse ela.
Também, em pesquisa feita com universitários, comprovou-se que aqueles que escreviam suas anotações a mão, lembravam-se com mais facilidade do conteúdo do que os que faziam o registro em materiais tecnológicos.
Segundo a neurocientista o ato de digitar não tem o mesmo efeito que o ato da escrita. Pois conforme suas pesquisas: - a caligrafia pode mudar a forma como as crianças aprendem e desenvolvem seus cérebros. Sendo que as crianças pesquisadas conseguiram elaborar frases mais completas e criativas utilizando-se da escrita, do que as que utilizaram o teclado.
No entanto, os cientistas ainda não determinaram os benefícios do ensino ou não da letra cursiva, pois o que ficou comprovado é a questão da escrita no papel ao invés da escrita digitalizada. A escrita é um fator importante na promoção do desenvolvimento do cérebro e cognição, em aperfeiçoar as habilidades motoras finas, e em gerar, desenvolver e expressar ideias mais rapidamente.
Para aqueles que acham que ter letra legível é apenas uma questão de treino de caligrafia, enganam-se. Pois se faz necessário todo um trabalho de psicomotricidade começando pela motricidade ampla (“do corpo para o braço”) até chegar à motricidade fina (“do braço para o movimento dos dedos”)
Seguem então, algumas sugestões...
Via Blog Neurociências Em Benefício da Educação
quinta-feira, 14 de março de 2013
PAIS AUSENTES
MÃE, POR QUE MEU PAI NÃO LIGA PRA MIM OU NÃO VEM ME VISITAR? PAIS AUSENTES
Uma mulher pode até levar a vida sem a companhia de um parceiro, pai de seus filhos. Ela educa, cuida e resolve inúmeros problemas sozinha. Mas isso não minimiza o valor do papel paterno na mente das crianças. Seja em que situação for, uma criança sem a presença do pai em sua vida diária freqüentemente tem sentimentos de frustração, desajuste e dúvida, que se expressam na mais simples frase: “Mãe, por que meu pai não liga pra mim ou não vem me visitar?” Não importa em que situação familiar a falta do pai aconteça, esta reação preocupa a mãe. Ela deverá, diante disso, tentar encarnar a figura do famoso “pãe” – pai e mãe ao mesmo tempo?
É possível que crianças ou adolescentes se sintam rejeitados por não terem a presença física e emocional constante de um pai, o que pode afetar sua auto-estima. E eles correm o risco de ter um desenvolvimento emocional sujeito a problemas indesejáveis, como depressão, falta de confiança, timidez, dificuldades de aprendizagem etc.
Segundo Cristina Nacif Alves, pedagoga da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e especialista em Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança, tanto a figura do pai quanto da mãe são importantes para a criança e o adolescente, pois a sociedade possui imagens e papéis altamente valorizados. “Se uma criança não tem pai ou mãe, acaba, muitas vezes, sendo cobrada na escola pelos amigos”,destaca
A função materna diz respeito aos cuidados e à atenção acerca das necessidades físicas, morais, intelectuais e emocionais dos filhos. A função paterna refere-se à lei que traça limites para a regulação das condutas. Todavia, o fato desses papéis serem denominados materno e paterno não significa que só podem ser exercidos pela mãe e pelo pai, respectivamente. O mais importante é que ambas as funções sejam desempenhadas pelos responsáveis, pois tanto o carinho e o cuidado, como os limites, são fundamentais para que a personalidade se desenvolva de forma a constituir um sujeito ético, convicto de seus atos e cumpridor de seus deveres.
Diante de famílias que sofrem com o divórcio, mortes, doenças, o que fazer? Os filhos acabam, não raro, sendo submetidos aos cuidados ou leis de mais de uma mãe e ou de mais de um pai, cujas regras precisam estar em constante negociação entre os adultos que compõem a família. No caso de pais separados, os filhos terminam tendo duas casas, cada qual com suas regras, e se a separação for litigiosa, pais acabam usando os filhos para afetarem um ao outro e, com isso, falham no cumprimento das funções básicas da família.
Outra situação bastante comum é quando o pai está presente no casamento e todos os dias em casa, mas é absolutamente ausente. Seja porque não se interessa pela dinâmica cotidiana da família, seja porque não consegue representar a função paterna. Por quê? Existem várias possibilidades. Falta de compromisso, imaturidade, fraqueza diante de mães muito fortes que sufocam os filhos e o marido e o desejo de parecer mais jovem são algumas delas.
Tanto a mulher quanto o homem têm a mesma importância e responsabilidade na formação dos filhos. Quando a mãe ocupa seu papel e o pai ocupa o seu lugar, o resultado são filhos equilibrados.
Os pais casados ou separados devem procurar manter, na convivência com os filhos, um clima de respeito e de confiança. Sempre que houver mais de um adulto responsável por uma criança ou adolescente, estes devem atuar de maneira sensata e jamais transmitir aos filhos os possíveis desacordos. Seja no papel materno ou paterno, filhos precisam sentir que quem cuida deles se entendem, se respeitam e se admiram e estão verdadeiramente presentes.
Uma mulher pode até levar a vida sem a companhia de um parceiro, pai de seus filhos. Ela educa, cuida e resolve inúmeros problemas sozinha. Mas isso não minimiza o valor do papel paterno na mente das crianças. Seja em que situação for, uma criança sem a presença do pai em sua vida diária freqüentemente tem sentimentos de frustração, desajuste e dúvida, que se expressam na mais simples frase: “Mãe, por que meu pai não liga pra mim ou não vem me visitar?” Não importa em que situação familiar a falta do pai aconteça, esta reação preocupa a mãe. Ela deverá, diante disso, tentar encarnar a figura do famoso “pãe” – pai e mãe ao mesmo tempo?
É possível que crianças ou adolescentes se sintam rejeitados por não terem a presença física e emocional constante de um pai, o que pode afetar sua auto-estima. E eles correm o risco de ter um desenvolvimento emocional sujeito a problemas indesejáveis, como depressão, falta de confiança, timidez, dificuldades de aprendizagem etc.
Segundo Cristina Nacif Alves, pedagoga da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e especialista em Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança, tanto a figura do pai quanto da mãe são importantes para a criança e o adolescente, pois a sociedade possui imagens e papéis altamente valorizados. “Se uma criança não tem pai ou mãe, acaba, muitas vezes, sendo cobrada na escola pelos amigos”,destaca
A função materna diz respeito aos cuidados e à atenção acerca das necessidades físicas, morais, intelectuais e emocionais dos filhos. A função paterna refere-se à lei que traça limites para a regulação das condutas. Todavia, o fato desses papéis serem denominados materno e paterno não significa que só podem ser exercidos pela mãe e pelo pai, respectivamente. O mais importante é que ambas as funções sejam desempenhadas pelos responsáveis, pois tanto o carinho e o cuidado, como os limites, são fundamentais para que a personalidade se desenvolva de forma a constituir um sujeito ético, convicto de seus atos e cumpridor de seus deveres.
Diante de famílias que sofrem com o divórcio, mortes, doenças, o que fazer? Os filhos acabam, não raro, sendo submetidos aos cuidados ou leis de mais de uma mãe e ou de mais de um pai, cujas regras precisam estar em constante negociação entre os adultos que compõem a família. No caso de pais separados, os filhos terminam tendo duas casas, cada qual com suas regras, e se a separação for litigiosa, pais acabam usando os filhos para afetarem um ao outro e, com isso, falham no cumprimento das funções básicas da família.
Outra situação bastante comum é quando o pai está presente no casamento e todos os dias em casa, mas é absolutamente ausente. Seja porque não se interessa pela dinâmica cotidiana da família, seja porque não consegue representar a função paterna. Por quê? Existem várias possibilidades. Falta de compromisso, imaturidade, fraqueza diante de mães muito fortes que sufocam os filhos e o marido e o desejo de parecer mais jovem são algumas delas.
Tanto a mulher quanto o homem têm a mesma importância e responsabilidade na formação dos filhos. Quando a mãe ocupa seu papel e o pai ocupa o seu lugar, o resultado são filhos equilibrados.
Os pais casados ou separados devem procurar manter, na convivência com os filhos, um clima de respeito e de confiança. Sempre que houver mais de um adulto responsável por uma criança ou adolescente, estes devem atuar de maneira sensata e jamais transmitir aos filhos os possíveis desacordos. Seja no papel materno ou paterno, filhos precisam sentir que quem cuida deles se entendem, se respeitam e se admiram e estão verdadeiramente presentes.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade
A criança com Transtorno de Défict de Atenção e Hiperatividade (TDAH), desde pequeno já é inquieta. Em casa, corre o dia todo, sem que nada a detenha, nem sequer o perigo. Tira brinquedos de seu lugar, esparrama todos eles pelo chão e, quase sem usá-los, pega outros e outros. Interrompe permanentemente os adultos e as outras crianças, respondendo impulsivamente e de forma exagerada àqueles que o aborrecem. Seus companheiros de escola o evitam, mesmo assim ele sempre termina chamando-os para pedir ajuda nas lições que não consegue copiar a tempo.
Dicas importantes para os pais:
A diferença entre uma criança que tenha (TDAH) de outra "hiper-peralta" é que a segunda não apresenta alguns distúrbios como perda relativa de visão ou audição, problemas de comunicação, estresse emocional, convulsões e distúrbios do sono, que são mais comuns na primeira, além do mau humor constante.
O verdadeiro comportamento hiperativo interfere na vida familiar, escolar e social da criança. As crianças COM (TDAH) têm dificuldade em prestar atenção e aprender. Como são incapazes de filtrar estímulos, são facilmente distraídas e tendem a ser muito agarradas às pessoas, necessitando de muita atenção.
É importante para os pais perceberem que, as crianças hiperativas entendem as regras, instruções e expectativas sociais. O problema é que elas têm dificuldade em obedecê-las. Esses comportamentos são acidentais e não propositais. Por isso, não culpe o seu filho por ele ser assim, isso só será pior para ele.
Esteja preparado para descrever, de forma precisa e objetiva, o comportamento da criança em casa e nas atividades sociais. Se a criança está encontrando dificuldade na escola, peça ao professor que converse com o especialista na área ou envie-lhe um relatório por escrito.
Ao tratar da criança com TDAH, sua meta é ajudá-la a fazer o melhor possível, em casa, na escola, e com os amigos. Lembre-se sempre de que, a criança está lutando com todas as forças para superar uma deficiência do sistema nervoso. Por isso nunca tenha "vergonha" de seu filho, apenas fomente-o a vencer os obstáculo!
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